terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
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quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
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quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
terça-feira, 26 de Janeiro de 2010



Vidas privadas. Secretas. Listas se Sexo. Todos aqueles que fazem parte dessa lista, usam pseudónimos, encontram-se através de chamadas para telemóveis pertencentes aos da LISTA. São homens, mulheres de negócios, bem sucedidos na vida. Não se fazem pagar. Todos pertencem à LISTA.Frase chave: o que fazes esta noite?
Ás tantas horas, no Hotel X.
Existem, em todo o mundo. O mundo secreto, descartável.
O que fazes esta noite?
Pertences à Lista?
segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
In a little while
I’ll be gone
The moment’s already passed
Yeah it’s gone
And I’m not here
This isn’t happening
I’m not here
I’m not here
Andrey Klemeshov, 2009Rancor, ódio, ciúme: não é possível encontrar a paz com eles. Podemos resolver muitos dos nossos problemas por meio da compaixão e do amor. Só assim nos desarmaremos e encontraremos a verdadeira felicidade. Uma das maiores virtudes é a compaixão. A compaixão não pode ser comprada numa loja de departamentos ou fabricada por máquinas. Ela advém do crescimento interior. Sem paz de espírito, é impossível haver paz no mundo
Dalai Lama
sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010
Triunfo da dor. Traição dos olhos, dos ouvidos, da pele. É preciso caminhar, toda a vida, no meio deste deserto. Ver, ouvir. Ouvir, ver. Comer. Rir. Falar, fumar, beber. Cheirar. Procriar. Escrever. Respirar. Ter dores. Sangrar, tremer. Encolerizar-se. Sofrer. Gritar, dormir, esperar. O cansaço está em todo o lado. Não há meio, não, não há meio de lhe escapar. É preciso sofrer, ter calor, ter frio. Acariciar. Gozar. Compreender, compreender sem parar. Todos os dias. Assim, todos os dias, sem excepção. Urinar. Saborear. Deixar-se levar pelas palavras inúteis, adoptar os ritmos, os hábitos. Procurar as frases, estender os ouvidos e os olhos, estender a pele. Fingir amar, amar, talvez.
Le Clézio, A Febre
Le Clézio, A Febre
Once Upon a Time
quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Jean Seberg em Saint Joan (1957) de Otto Preminger."I will never take a husband. A man in Toul took an action against me for breach of promise; but I never promised him. I am a soldier: I do not want to be thought of as a woman. I will not dress as a woman. I do not care for the things women care for. They dream of lovers, and of money. I dream of leading a charge, and of placing the big guns."
George Bernard Shaw, Saint Joan
To a Young PoetTime cannot break the bird's wing from the bird.
Bird and wing together
Go down, one feather.
No thing that ever flew,
Not the lark, not you,
Can die as others do.
Edna St. Vincent Millay
o fim de um poeta da blogosfera: Black Angel
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Pleasuredome
Movie Stars/Anos 40
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terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Anos, quantos. Quase seis; confissões, confidências, cigarros, choros e risos. Gritos e blasfémias, ciúme, traição e desejo. Anos seis, quase. Amor e ódio. Possível, tudo possivel.Como foi que aqui chegámos, um beijo, a minha barba de dois dias a arranhar-te a cara, o pescoço, as minhas mãos a abrirem nervosas os botões da tua blusa branca, a tua blusa branca embora teimes que era rosa. As mãos tornadas exploradoras num terreno novo. Ouço-te a voz, falas baixo, e parece-me que já te tinha ouvido antes.
Os meus braços enlaçando-te a cintura, os teus braços envolvendo-me o pescoço, as mãos tornadas exploradoras de um território por explorar.
Sinto-te respirar no meu pescoço e gosto. Sinto-te a carne firme, o ventre liso. Abro os olhos e vejo-te enquanto me beijas, de olhos fechados. Estás ali, estás naquele beijo, indiferente ao que nos rodeia. Estás ali, sem artifícios, sem mais jogos, sem outra fantasia que não a de estarmos os dois enlaçados, envolvidos.
Desejo-te, como tu a mim quando me desapertas o cinto, corres o fecho das calças e finalmente fazes entrar a tua mão e sentes o meu desejo.
Quero-te a ti, que estás ali, nesse momento a ninguém mais, nesse momento és tu. Aterramos juntos no prazer de ambos, olhas-me como quem vê de fora, sem saberes que te via, que te olhava também eu, que me parecias outra, transfigurada pelo desejo.
Tu, cujo sabor fiquei a conhecer, tu, que dizias que me amavas sem culpa, sem receios.
Esta carta é para ti, no dia e que fazemos cinco anos, três meses, uma hora e dezoito minutos de nós.
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